sexta-feira, 27 de abril de 2007

Mais uma achega (Boxer)

A coisa bonita da net é andarmos à procura de uma coisa que nos parece essencial e encontrar outra ainda mais importante. Continuo às voltas com o "Boxer", a que me posso referir como "o novo disco dos National" mas será mais justo definir como "o sucessor de um dos discos que mais ouvi na vida". Ontem estive a "trabalhar" na faixa «Racing Pro» e quedei-me impressionada pela respectiva letra («your mind is racing like a pro» é a melhor frase do mundo para descrever os meus bichinhos carpinteiros mentais). Procuro pela letra e encontro esta crítica, em jeito de antecipação, e a pingar de verdade:


«This new album, Boxer, is not nearly as edgy or nervy. From the outset, Berninger & co. sound self-assured and comfortable, as if the mild success they experienced has given them a serious jolt of confidence. That means that the band eschews the jagged catharsis of "Abel" for more subtly, and luckily, this is a band that does subtle seriously well. The best thing about The National are the little flourishes that make their songs feel so alive, like the swell of horns at the end of "Fake Empire" or the steady build-up in "Apartment Story." Beringer's voice, deep and steady, is some unholy combination of Ian Curtis' monotone and Jim Morrison's swagger, and he dominates the record with his personality. In fact, if I had one complaint about Boxer, it would be that at times it feels a bit like Matt Beringer solo album; the presence of the band is much more subdued than it was on Alligator. There is no sense of "Mr. November"'s unified anxiety. But at the same time, The National are now writing songs that don't just seem anxious, they're writing songs that make anxiety, fear and love palpable

3 comentários:

dolphin.s disse...

que dizer... o álbum é lindo! :P

e a Brainy? :D
"I keep your fingerprints in a pink folder in the middle of my table"

bicho_de_conta disse...

É do carago, mesmo :D

A Brainy é formidável, dá-me vontade de desatar ao biqueiro!

E ainda bem que há quem perceba as letras (não é o meu caso :P).

dolphin.s disse...

é assim tipo uma doença: as letras não deixam não serem descobertas ;))

e com tanta rodagem, não havia maneira delas fugirem ehehehehe :P

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