quarta-feira, 20 de junho de 2007

Graffiti indie

Que bonito - hoje vi na estação de comboios de Caxias um graffiti assinado por «The Young Folks». É, suponho, uma alusão ao delicodoce hit do Verão passado, dos suecos Peter Björn and John.

Rehab

Se não contarmos ali com uma pequena recaída (em forma de citação) no primeiro post sobre Berlim, há uns bons 13 posts que não falo dos National.

Uso este trunfo para botar aqui duas coisinhas singelas e breves, não obstante significativas, que encontrei um pouco por acaso (é como quem diz - a palavra «acaso» é sempre relativa, na vida de um obcecad... devoto, de um devoto).

Mirai, ele com fãs:






E abaixo, como temos tanto em comum!

«Matt Berninger admits he's a thief. In a recent interview on KEXP, he talked about stealing bits of overheard conversations — bits of other people's lives, really — for his songs.»

Menos de dois meses (condimentar com suspiro).

Momento alto

O momento alto do meu dia, até este preciso momento, foi cortesia do Correio da Manhã.

Na primeira página, o título «Bombarral - Criança Atacada por Chimpanzé» chama-me a atenção. O que faz um símio de largo porte na terra do vinho e da minha primeira senhoria? E a criança junto dele... porquê?

Corro até à página 15 e encontro uma notícia para recortar e guardar.

No topo da página, duas fotos: na primeira, a chimpanzé (é uma menina), dentro de uma jaula, abraça e "beija" o dono; na segunda a avó da criança mostra a mordidela que o bicho aplicou nas costas do neto. A primeira foto tem a seguinte legenda: «O dono demonstra que o chimpanzé não costuma ser agressivo, antes pelo contrário».

A história: a senhora estava no cemitério do Bombarral, onde ajeitava a campa do marido, na companhia do neto. Às tantas aparece o chimpanzé, que a princípio se coloca estrategicamente em cima de uma árvore mas eventualmente atira o miúdo ao chão e começa a mordê-lo. Graças à intervenção de dois homens, a criança é salva das garras do animal que, segundo apurou o CM, «costuma estar numa jaula numa oficina a caminho do cemitério».

«Não fechei bem os cadeados e ela é muito esperta e saiu», explica o homem que trouxe Guidague (o nome do bicho) da Guiné, em 1994, para oferecer à filha.

A chimpanzé tem 1,20 metros de altura e, na altura, «passou pelo aeroporto da Portela dentro de um saco aberto» que o senhor trazia na mão. «Não me disseram nada, nem me pediram documentação».

Na última página há uma breve com o título «Rato Morto na Boa-Hora», mas depois da história do chimpanzé Guidague, desconfio que o meu dia não mais terá emoções de tão alto nível.

Speaking In Tongues

Tal como o belíssimo blogue da Menina-Alice, que cheira a tangerina e gosta mais da Rachel Weisz do que da Scarlett Johansson, aqui o Sofá Verde também passou, do dia para a noite, a falar Português.

Não estou bem certa do que é que querem dizer com «publicar mensagem» ou «guardar agora», mas vou tentar agir com base no que me recordo da anterior versão do blogger, aquela que falava o esperanto dos nossos dias, Inglês. Ora o botãozinho laranja é para o quê, mesmo?

Espero que isto não tenho nada a ver com o episódio dos Xis-Files que vi ontem (quarta série olé!), em que uma muito concorrida clínica de cirurgia estética empregava um médico satânico que, para poder encarnar várias vezes, dava cabo do canastro (de forma muito gore, assinale-se) dos pacientes que só queriam dar um jeito às coxas ou ao nariz. Ainda sinto uma náusea ligeira quando recordo algumas cenas.

terça-feira, 19 de junho de 2007

Ikea, um ano depois

Um ano depois de me mudar para a fantástica casa em que agora habito, tenho o seguinte rescaldo a fazer das (relativamente) económicas compras feitas no Ikea.

- cómoda da entrada: uma gaveta KO. O painel da frente descolou do restante móvel, sem que eu tenha andado propriamente andado à dentada a qualquer destas robustas peças.

- guarda-roupa: as gavetas onde devíamos colocar a roupa mais leve passavam a vida a desencaixar-se das respectivas calhas. Muitos dedos trilhados depois, acabei por substitui-las por cestos da loja dos 300, colocando as gavetas debaixo da cama, com os sapatos.

- sofá da sala: uma das almofadas tem o fecho constantemente aberto. Resolve-se colocando uma das mantas mais coloridas a tapar o lanho.

- estantes de CDs: numa delas, a placa de trás separou-se. Espero melhores dias e o subsídio de férias para proceder à devida substituição.

Incólumes até agora: a mesinha do televisor e DVD (também não tinha muito por onde se escangalhar), a mesa e as cadeiras da sala, a cama e uma pequena cómoda.

Este post não tem punch line porque é realmente muito triste que depois de passarmos horas à procura da bodega dos items na loja, mais uma eternidade para pagar e combinar a entrega ao domicílio, nem 12 meses de descanso nos ofereçam.

Numa nota mais feliz, dou as boas-vindas à nova vizinha (e velha amiga) MJ. Qualquer coisa estou no prédio ao lado! : )

Gael

Quem era o «Rei da Ala 3» no Ensaio Sobre a Cegueira?

Li o livro há relativamente pouco tempo e até gostei muito, mas não me consigo lembrar de qualquer personagem com aquele nome.

Segundo a imprensa brasileira, sempre um chisco à frente da nossa nestas coisas que realmente interessam, o guapíssimo Gaelito García Bernal irá encarnar o tal «rei», na adaptação para cinema do livro de Saramago.

Será um dos guardas da prisão?...

Seja quem for, parece papel pequeno, para picar o ponto. Coitadito do Gael, (até) é bom actor e resume-se cada vez mais a acessório latino para médias e grandes produções...

Versão

Ontem apanhei, por completo acaso e em canais diferentes, o original (dos LCD Soundsystem) e a versão (dos Franz Ferdinand) para o «All My Friends».

Ora, eu até gosto do Kapraninhos e companhia, mas sinceramente, neste caso mais valia terem estado quietos.

Se o original me soa a sereníssima viagem em tapete voador, a versão dos Ferdinandos faz-me pensar numa retroescavadora a fazer uma barulheira infernal e a levantar poeira por tudo quanto é lado, no meio da minha rua, num Sábado de manhã.

James Murphy, fofinho, havia maneiras mais bonitas de pores a tua música a passar na MTV2 (ou se calhar não - o homem arranjou um contrato com a Nike, é porque deve perceber da poda).

Ao menos não mexeram na letra. Isto, por exemplo, está muito bem dito:

«You spent the first five years trying to get with the plan
And the next five years trying to be with your friends again»

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Irritações sortidas

Desde que, por motivos exclusivamente profissionais, tive de deitar-me às seis da manhã durante três dias consecutivos, sinto que tenho a cabeça debaixo de água. Esta peculiar sensação só aumenta a minha sensibilidade (leia-se irritabilidade) em relação a certas coisas.

Dentre as quais...

- jovens. Sei que já fui e às vezes ainda sou, mas não há paciência. Se os jornais nos dizem, toda a santa edição, que hoje em dia os adolescentes não têm tempo livre, que dividem as tardes de semana entre aulas na escola e milhentas actividades complementares, para na plenitude desenvolverem corpo e mente, porque é que todos os teenagers com quem me cruzo se expressam, na oralidade e sobretudo na escrita, como verdadeiros homens - e mulheres - das cavernas? Será que só conheço a ralé daquela faixa etária e aqueles que realmente vêem o seu intelecto estimulado se deslocam em sofisticados aparelhos de teletransporte? Ou têm motorista pessoal? Ou daqui a meia dúzia de anos o vocabulário corrente estará reduzido a duas mãos de monossílabos e gatafunhos? Chiça, e ainda nem aos 30 cheguei.

- o Bruno Nogueira. Eu até simpatizava com o rapaz, pela sua magreza levemente (muito levemente) reminiscente do Manel Cruz. Mas desde que aparece no meu televisor de cinco em cinco minutos que o feeling se perdeu. Neste momento, apetece-me agarrar em objectos contundentes e/ou pontiagudos de cada vez que ouço o gajo a falar de forma embriagada, sem sentido e sem piada, nos anúncios à cerveja frutícola. Sou eu que sou muito burra, ou se a porcaria da beberagem não tem álcool, ele bem podia falar como a pessoa normal que, se calhar e bem bem lá no fundo, até é? Perdoai-me os fãs, mas só descanso enquanto o rapaz cair do poleiro (ou daquele banquinho alto de salva-vidas em que aparece nos últimos reclames). A propósito - como é que ele lá chegou (ao poleiro)? É impressão minha ou é, como diria o Sérgio Godinho, «famoso por ser famoso» - ou, neste caso, entra em anúncios porque faz (outros) anúncios?

Assim sendo, a minha mensagem de paz neste dia de Inverno é:



CALOU!

sábado, 16 de junho de 2007

Berlim, parte 2

Os estimados visitantes que só agora chegaram a esta tour guiada da Minha Berlim, por favor ponham-se à vontade (e comecem, se assim acharem mais conveniente, por ler o post abaixo).

Não se pode dizer que, em três dias, tenha ficado a conhecer Berlim mas, tal como me aconteceu com outras cidades, ficou qualquer coisa aqui dentro que, semanas após o regresso a casa, me faz olhar para trás com bastante carinho.

Deixo-vos com uma série de fotos que mostram, alternadamente e por vezes em simultâneo, a face bela e nobre de Berlim e as suas (deliciosas) estranhezas.















(de cima para baixo: pormenor de um mural (podia ser a capa do disco dos !!!); manequim sinistro que estava abandonado no pátio do prédio onde ficámos hospedadas; avassalador interior de uma igreja pela qual, do lado de fora, não daria nada; o famoso Trabi da Alemanha de Leste; uma das centenas de maravilhosas pinturas da East Gallerie - um quilómetro e qualquer coisa de muro que subsiste, com variadíssimas imagens alusivas às duas berlins, e que apesar de todos os graffitis e sarrabiscos que o violentam, mantém uma impressionante dignidade)

Berlim

A primeira impressão que tive de Berlim foi cómica. A rapaziada que seguia no mesmo voo que eu, e com quem esperei pelas malas numa minúscula sala do aeroporto, desata a assobiar o «Wind of Change» dos Scorpions mal pisamos solo berlinense. Irresistível, quando ainda por cima carregavam debaixo do braço estojos de guitarra e demais acessórios musicais.

A segunda impressão é que é uma cidade altamente arborizada, o que por si só seria coisa para me fazer engraçar com ela. As minhas companheiras de viagem estão, neste momento, a rir-se (outra vez) da quantidade imensa de retratos que tirei às árvores germânicas - mas uma cidade verde é, sem dúvida, outra loiça.








Outra coisa que cativa, em Berlim, é uma certa decadência charmosa, como se a pesadíssima herança cultural e histórica da cidade estivesse, ainda, a tentar encontrar o seu lugar no século XXI, adaptando-se de forma muito peculiar - por vezes, quase kitsch - à modernidade.







(de cima para baixo: uma igreja que perdeu a cúpula num dos bombardeamentos da II Guerra, e que para efeitos de memória futura foi mantida assim; um autocarro retro estacionado perto da famosa Banhof Zoo "de" Christiane F; a catedral da cidade, numa tarde de calor imenso)

Café cheio

É preciso sair do nosso reduto para entendermos a falta que certas coisas nos fazem. Passo a vida a explicar como tomar ou não tomar café me é igual ao litro, mas ao fim do primeiro dia além-fronteiras e sem «espresso» (é o que eles chamam a uma bebida vagamente parecida com o nosso cimbalino/bica), parecia uma zombie em noite não.

Valeu-me a imigração italiana-brasileira-espanhola-portuguesa de uma gelataria em Neuss, pequena cidade próxima de Düsseldorf.



Não há mesmo que enganar - já os National dizem, pondo-se na pele (ou no pires) do café: «You might need me more than you think you will».

Já agora, Neuss é assim:






sexta-feira, 15 de junho de 2007

Groupies de padre

No próximo Domingo vou à missa.

Esta semana ouvi, na paragem de autocarro, uma conversa que me despertou a curiosidade para o actual pároco da Igreja de Benfica.

Duas senhoras queixavam-se da partida do padre "regente" para a distante localidade da Cruz Quebrada. «Até pode ser que os que vêm a seguir sejam bons, mas não vai ser a mesma coisa», dizia uma das amigas, inconsolável. «Este até disse, na missa, que espera que a próxima equipa [padre e seus sacristãos enquanto equipa - nunca tal me tinha ocorrido] seja tão acarinhada como eles! Mas não vai ser a mesma coisa...», concordava a outra.

Cruz Quebrada é longe, anuiram as velhas. Ainda para mais agora que o eléctrico não passa lá... «Mas não quer dizer que uma vez por outra não vamos lá!», exclama a mais participativa, tentando animar-se. «Mas não vai ser a mesma coisa» era, porém, a frase mais repetida e consensual.

O actual só parte para a Cruz Quebrada (óptimo nome para uma paróquia, agora que penso nisso) a 7 de Outubro. Até lá, e mesmo que não seja neste fim-de-semana, a ver se desço a rua e tento perceber, ao vivo, a razão de tanta popularidade. (Aposto que o padre é novinho - as velhas costumam ficar sensibilizadas quando a rapaziada jovem responde ao chamamento divino... e lhes faz companhia diária.)

Pescadinha de rabo na boca

Quer-me a mim parecer que a nova música dos Queens of the Stone Age parece aquela outra música dos Foo Fighters que parece Queens of the Stone Age.

(tradução - «Sick Sick Sick», o novo single dos QOTSA, soa-me a «One By One», a música dos Foo Fighters que acho parecidíssima com o som habitual dos QOTSA)

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Simpsons

Tenho a impressão que devia ver menos televisão. Ou isso ou esta gente é mesmo parecida entre si:








+









(de cima para baixo, os parzinhos: Seymour Skinner, director da escola de Springfield, e o nosso primeiro; o mafioso Fat Tony e Adam Yauch, dos Beastie Boys - ao meio na foto)

Sensibilidade mitra

Graffiti na estação de comboios de Paço de Arcos:

«É nos dias maus que se topam os apoios.»

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Moe

Tivesse eu tempo para tudo e mais alguma coisa e dedicava um blog, quiçá até um site, à minha personagem favorita da melhor série de todos os tempos:



Moe Szyslak, amante de gatos e traficante de animais exóticos nas horas livres.

Flores

A mulher que vende flores ao fundo da minha rua é medonha.

Senta-se num banquinho de perna aberta, com um canivete numa mão e os molhos de flores, que segura pelo caule, na outra. Corta-os como se estivesse a amanhar peixe ou a trabalhar numa fábrica de charutos. Tem tronco de estivador e pele batráquia, assim como um cigarro permanentemente pendurado ao canto da boca.

Vivo ali há um ano e só lhe comprei flores uma vez, porque era Domingo e não havia mesmo outra alternativa.

terça-feira, 5 de junho de 2007

5 de Agosto

Ainda não consigo ouvir o «Fake Empire» ou o «Apartment Story» sem me arrepiar toda e já esta gente se lembra de me vir importunar outra vez.

Amigos: vinde, sim, por favor. Sereis carregados em braços como cantais na «Mr. November». Preocupamo-nos com a minha saúde mental depois.

Vizinhos

Na semana passada ouvi, no autocarro, uma senhora a combinar os pormenores de uma festa de/para os vizinhos.

A mulher irritava-me sobremaneira, pois parecia pertencer àquela estirpe de gente que, não contente com a função... erm, funcional dos telefonemas, tem sempre de acrescentar um bitaite ou um «gancho» qualquer, na esperança que o interlocutor o apanhe e ali mesmo parta para mais uns quantos minutos de conversa sem jeito nenhum. E dizia coisas como «break a leg!» num inglês macarrónico. E saudava os compinchas, às nove da manhã, em altos berros, dizendo coisas como «então vizinho, o sol já raiou?» ou «os balões são muitos, os pulmões cansam-se de encher tanto balão!».

Às tantas já preferia que aquilo fosse código para um qualquer atentado do que realmente tanta boa-vontade logo pela manhã (acho contra-natura). Mas lá fiquei a saber que, para a comezaina comunal, os nossos amigos já tinham «pão, alho laminado, louro e vinho». Espero que não se tenham esquecido de comprar os frangos ou as sardinhas ou qualquer coisa do género, para prato principal.

Na manhã seguinte, fiquei uma eternidade à espera do autocarro (era o dia da greve). Duas raparigas, também bem irritantes (funcionárias de um banco e donas daquele tipo de sotaque moderno-alfacinha que trunca o fim de certas palavras - chateadtz, moderadtz), falavam (mal) dos colegas ausentes e temas afins. A certa altura, comenta a mais interventiva (ie, chata):

«E ontem a festa da associação? Estavam todos lá no pátio... O meu pai até saiu de casa para não ter de ir.» (cá dos meus, portanto)

Entretanto, no fim-de-semana, li que dias antes se celebrara em Portugal o Dia dos Vizinhos e que em muitos locais, sobretudo na Grande Lisboa e no Grande Porto, se iriam realizar festas, jantaradas e confraternizações entre pessoas que partilham a mesma rua ou prédio. Tudo explicado, por fim.

Posto isto, eu adoro as minhas vizinhas do fundo do coração - e elas sabem. Mas adoro-as porque são minhas amigas, não porque vivem no mesmo edifício que eu. Sou tão contra esta noção do convívio forçado (festas com colegas de trabalho, jantares de curso, coisas assim) que até me custa explicar porquê. Mas acho que se percebe que, quando vivia na Ajuda, não gostaria de me sentar à mesma mesa das velhas que me acusavam a mim e às minhas companheiras de casa de mandarmos pensos higiénicos, cenouras e água preta (!) pela sanita abaixo.

Sobredotada

Dona Shiva Maria é claramente sobredotada.

Ontem a sua dona extremosa (eu - só para que não haja dúvidas) não sabia onde tinha guardado a chave de casa. Cheguei a procurar na mala que levei, no fim-de-semana, para o Porto: um grande saco de viagem/desporto que a Telepizza em tempos me ofertou. Nada.

«Onde é que estará a chave da Lia, Shivinha?...», perguntei às tantas.

Nisto, a demente felina espreita para dentro da dita mala da Telepizza e mia de forma prolongada. Fui ver novamente, chocalhei a mala e descobri a chave caída num canto.

(Claro que hoje fez os possíveis para que pensemos que é uma gata como as outras, dedicando-se até a algo que, constando do ADN felino, nunca tinha tentado: destruir um rolo de papel higiénico. Ontem à noite também deu belos saltos, qual golfinho acompanhando um barco, ao lado e por cima de uma bola de Natal amarela que não sei onde foi desencantar.)

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